quinta-feira, 11 de junho de 2009
O estado cada vez mais forte!
A frequente crise mundial vem afetando diretamente o mercado dos países.
Empresas estão indo a falência, e a única solução é pedir concordata ou se aliar a outra marca(monopólio).
Uma prova disso são as junções de empresas do porte de Sadia e Perdigão, Fiat e Chrysler, Unibanco e Itaú, entre outras. Por esta vista, quem perde é o consumidor, pois a tendência é os preços subirem.
Outra consequência dos acontecimentos, é o fortalecimento do estado. Com a crise, a estatização dos meios de produção também vem acontecendo. Aqui no Brasil só não vê quem está com os olhos vendados.
A disputa por cargos públicos está cada vez mais acirrada.
Outro dia, pesquisei sobre a concorrência de um concurso público. Este, estava com a concorrência de 500/1 vaga. É pouco ou quer mais?
De certo, ninguém sabe quais as consequências gerais que isso vai acarretar e nem como tudo isso vai acabar.
Se é um novo capitalismo ou um socialismo forçado, também não sei.
Só sei de uma coisa: O sistema neo-liberal está cada vez mais fraco.
Rapha Botelho
Empresas estão indo a falência, e a única solução é pedir concordata ou se aliar a outra marca(monopólio).
Uma prova disso são as junções de empresas do porte de Sadia e Perdigão, Fiat e Chrysler, Unibanco e Itaú, entre outras. Por esta vista, quem perde é o consumidor, pois a tendência é os preços subirem.
Outra consequência dos acontecimentos, é o fortalecimento do estado. Com a crise, a estatização dos meios de produção também vem acontecendo. Aqui no Brasil só não vê quem está com os olhos vendados.
A disputa por cargos públicos está cada vez mais acirrada.
Outro dia, pesquisei sobre a concorrência de um concurso público. Este, estava com a concorrência de 500/1 vaga. É pouco ou quer mais?
De certo, ninguém sabe quais as consequências gerais que isso vai acarretar e nem como tudo isso vai acabar.
Se é um novo capitalismo ou um socialismo forçado, também não sei.
Só sei de uma coisa: O sistema neo-liberal está cada vez mais fraco.
Rapha Botelho
domingo, 7 de junho de 2009
O que uma mesa de bar não faz!
Era um dia qualquer aqui em Recife, quando estava me preparando para ir ao Marco Zero - local no qual gosto muito de tirar meu lazer, tomar uma cervejinha, etc. Estava meio aflito antes de sair. Era o estresse de fim de semana.
Chegando no local, senti logo o cheiro de "sapiência" no ar. A boemia recifense caminhava sobre as pontes, em busca de uma boa conversa numa mesa de bar.
Pensei profundamente:
- Quais os segredos e mistérios que há por trás deste simples objeto?
Fiquei parado por 10 segundos ( aproximadamente), tentando me responder o motivo pelo qual aquelas pessoas se sentiam tão felizes sentados numa mesa de bar.
Me encontrei com "os sábios". Amigos que gostam de discutir música, política, economia, tecnologia, manguebeat e revistas em quadrinhos. Respiramos um pouco do cheiro de livro novo na livraria, a fim de embasar mais os nossos debates e discussões.
Enfim, chegamos defronte à bendita mesa. Estava prestes a descobrir qual era seu segredo.
Conversa pra cá, conversa pra lá...
Idéias vão, idéias vêm...
Que aconchego!
Trocamos palavras com a própria, que não parava de encher nossas mentes de conteúdo - sem esquecer da cerveja. Peguei um papel em branco e comecei a escrever junto com "os sábios". Estava atento a tudo que ela me falava. Letra por letra.
Cheguei a uma conclusão: A mesa de bar é a melhor companheira para conversar nas horas de aflição e loucura.
Palavras da mesma, escrita no papel em branco:
Chegando no local, senti logo o cheiro de "sapiência" no ar. A boemia recifense caminhava sobre as pontes, em busca de uma boa conversa numa mesa de bar.
Pensei profundamente:
- Quais os segredos e mistérios que há por trás deste simples objeto?
Fiquei parado por 10 segundos ( aproximadamente), tentando me responder o motivo pelo qual aquelas pessoas se sentiam tão felizes sentados numa mesa de bar.
Me encontrei com "os sábios". Amigos que gostam de discutir música, política, economia, tecnologia, manguebeat e revistas em quadrinhos. Respiramos um pouco do cheiro de livro novo na livraria, a fim de embasar mais os nossos debates e discussões.
Enfim, chegamos defronte à bendita mesa. Estava prestes a descobrir qual era seu segredo.
Conversa pra cá, conversa pra lá...
Idéias vão, idéias vêm...
Que aconchego!
Trocamos palavras com a própria, que não parava de encher nossas mentes de conteúdo - sem esquecer da cerveja. Peguei um papel em branco e comecei a escrever junto com "os sábios". Estava atento a tudo que ela me falava. Letra por letra.
Cheguei a uma conclusão: A mesa de bar é a melhor companheira para conversar nas horas de aflição e loucura.
Palavras da mesma, escrita no papel em branco:
"Palavras às vezes são desnecessárias, apenas nos trazem dor
Ainda que a vida me mostre, acabo não acreditando
Me enganando com simples coisas, a tal simplicidade
Que me deixa em silêncio...em silêncio...
O silêncio é a loucura da cabeça
Palavras ao vento vêm invadir meu pequeno mundo
Idéias vazias passam em segundos
E mais uma vez eu volto à estaca zero."
(Por Alzira - Mesa de bar)
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